O Dia Internacional da Mulher não é apenas uma data de homenagens, mas sim de memória, que nos lembra que cada direito conquistado foi fruto de luta. Em 2026, o chamado global reforça três palavras que ecoam como compromisso coletivo: direitos, justiça e ação.
Dentro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), as mulheres constroem políticas públicas, analisam riscos sanitários, fiscalizam, pesquisam, regulam e decidem. Elas estão na linha de frente da proteção da saúde da população brasileira.
A presença das mulheres na Agência é expressiva e segue em crescimento. Antes da chegada dos novos servidores aprovados no último concurso público, as mulheres já representavam 57,96% do total de servidores ativos da Anvisa, o que evidencia a relevância da participação feminina na construção e na condução das atividades da instituição.
Esse número mostra que, além de presentes em grande quantidade, as mulheres ocupam espaços estratégicos em diversas áreas da Agência — da análise técnica e científica à gestão e formulação de políticas públicas.
Diretora da Anvisa, Daniela Marreco celebra as mulheres que trabalham na Anvisa e precisam equilibrar a excelência profissional com os desafios impostos a todas as brasileiras. Segundo ela, a firmeza técnica pode ser exercida com escuta e equilíbrio. “No último concurso, 68% das aprovações foram de mulheres. Isso mostra a força e a preparação delas para projetar, cada vez mais, a Anvisa.”
Presente e futuro
Com a entrada dos novos servidores, a tendência é que essa presença se fortaleça ainda mais, ampliando a diversidade de experiências, perspectivas e trajetórias que contribuem diariamente para o trabalho da Anvisa na proteção da saúde da população.
“Hoje, a Anvisa é uma Agência de referência, reconhecida no Brasil e no mundo, por causa das mulheres que trabalham com excelência na regulação de produtos e serviços essenciais para a saúde da sociedade. Somos parte da mobilização impulsionada pelo Dia Internacional da Mulher em favor de um mundo mais justo, igualitário, respeitoso e seguro para toda a população feminina”, destacou o diretor-presidente da Anvisa, Leandro Safatle.
Mais do que uma estatística, esse dado representa a consolidação de um movimento histórico de ampliação do espaço das mulheres no serviço público e em áreas tradicionalmente marcadas pela predominância masculina, como a regulação técnica e científica. A presença feminina não é detalhe — é estrutura. Ela amplia perspectivas, fortalece decisões e humaniza a gestão pública.
