O Programa Nacional de Crédito Fundiário registrou forte retomada a partir de 2023, ampliando de forma significativa o número de famílias beneficiadas, os recursos liberados e a área de terras adquiridas, em comparação ao governo anterior.
Durante os quatro anos do governo Bolsonaro (2019–2022), o programa contabilizou 268 contratações, com R$ 38 milhões liberados e 2.656 hectares de terra adquiridos. Já no governo do presidente Lula, somente entre 2023 e 2025 foram contratadas 511 famílias, quase o dobro do total anterior, com R$ 90,39 milhões aplicados e 4.503 hectares adquiridos por meio do Crédito Fundiário.
O programa é uma política pública voltada à democratização do acesso à terra, permitindo que agricultores familiares, trabalhadores rurais e jovens do campo adquiram propriedades por meio de financiamento de longo prazo, com acompanhamento técnico e apoio institucional.
“Esses números mostram que estamos retomando de forma consistente o Crédito Fundiário no Rio Grande do Sul, ampliando o acesso à terra, fortalecendo a agricultura familiar e promovendo desenvolvimento sustentável nas regiões rurais”, afirmou Milton Bernardes, superintendente do MDA/RS.
A ação também se integra à política territorial do MDA que identifica prioridades regionais, apoia assentamentos estratégicos e garante que os recursos do programa cheguem onde há maior necessidade, fortalecendo comunidades e promovendo o desenvolvimento equilibrado do campo.
Para a Superintendência do Ministério do Desenvolvimento Agrário no Rio Grande do Sul, os números refletem a retomada do Crédito Fundiário como instrumento estratégico de inclusão produtiva, geração de renda e fortalecimento da agricultura familiar.
A expectativa é de que o programa siga em expansão nos próximos anos, especialmente em regiões impactadas por eventos climáticos extremos, contribuindo para a permanência das famílias no campo e para o desenvolvimento sustentável do meio rural.
