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Em novemrbo, volume de serviços cresceu 2,7% em um ano. E receita, 7,4%

13 de janeiro de 2026
Em novemrbo, volume de serviços cresceu 2,7% em um ano. E receita, 7,4%
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Em novembro de 2025, o volume de serviços no Brasil ficou apenas 0,1% abaixo do recorde da série histórica, registrado no mês anterior. Movimento está 20% acima do período anterior à pandemia

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No ano, setor cresce em 22 nas 27 UFs frente a 2024Atividades Turísticas

Em novembro de 2025, o volume de serviços no Brasil ficou apenas 0,1% abaixo do recorde da série histórica, registrado no mês anterior. Dessa forma, o setor de serviços se encontra 20% acima do nível de fevereiro de 2020 (pré-pandemia). Além disso, em relação a novembro de 2024, na série sem ajuste sazonal, o volume de serviços cresceu 2,5%, obtendo o vigésimo resultado positivo consecutivo. A receita nominal do setor acumulada nos últimos 12 meses, a variação positiva foi de 7,4%. Considerado o volume, a variação positiva foi de 2,7%.

O acumulado do ano chegou a 2,7% frente a igual período do ano anterior, enquanto o acumulado nos últimos doze meses alcançou 2,7%, repetindo o ritmo de expansão observado em outubro de 2025 (2,7%).

A variação negativa do volume de serviços (-0,1%), de outubro para novembro de 2025, foi acompanhada por apenas duas das cinco atividades de divulgação: transportes (-1,4%) e informação e comunicação (-0,7%). Em contrapartida, houve altas em profissionais e administrativos (1,3%) e outros serviços (0,5%), com o primeiro acumulando um ganho de 1,6% nos últimos 2 meses, enquanto o último registrou um crescimento acumulado de 3,5% entre julho e novembro. Por sua vez, os serviços prestados às famílias (0,0%) ficaram estáveis neste mês.

Ainda na série com ajuste sazonal, a média móvel trimestral do volume de serviços foi de 0,3% no trimestre encerrado em novembro de 2025 frente ao nível do mês anterior. Quatro dos cinco setores investigados mostraram expansão: outros serviços (1,0%); profissionais, administrativos e complementares (0,4%); informação e comunicação (0,3%); e transportes (0,2%). Em sentido oposto, os serviços prestados às famílias (-0,1%) mostraram a única variação negativa neste tipo de indicador.

Frente a novembro de 2024, o volume do setor de serviços cresceu 2,5% em novembro de 2025, vigésimo resultado positivo seguido. O avanço deste mês foi acompanhado por quatro das cinco atividades de divulgação e por 47,6% dos 166 tipos de serviços investigados.

Os principais impactos positivos vieram dos setores de informação e comunicação (3,4%) e o de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (2,5%). Eles foram impulsionados, principalmente, pelo aumento da receita em portais, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na internet; desenvolvimento de programas de computador sob encomenda; consultoria em tecnologia da informação; atividades de TV aberta; desenvolvimento e licenciamento de softwares; e tratamentos de dados, provedores de serviços de aplicação e serviços de hospedagem na Internet, no primeiro ramo; e em rodoviário de cargas; transporte aéreo de passageiros; concessionárias de rodovias; rodoviário coletivo de passageiros; logística de transporte de cargas; e dutoviário, no último.

Os demais avanços vieram de profissionais, administrativos e complementares (3,2%); e dos outros serviços (1,9%), explicados, em grande parte, pela maior receita vinda de serviços de engenharia; agenciamento de espaços de publicidade; consultoria em gestão empresarial; e atividades jurídicas, no primeiro ramo; de seguros, previdência complementar e planos de saúde; coleta de resíduos não perigosos de origem doméstica, urbana ou industrial; serviços financeiros auxiliares; e atividades de apoio à agricultura, no último.

A única influência negativa veio de serviços prestados às famílias (-1,0%), pressionados, sobretudo, pela menor receita vinda de restaurantes; hotéis; e espetáculos teatrais e musicais.

No acumulado de janeiro a novembro de 2025, frente a igual período do ano anterior, o setor de serviços cresceu 2,7%, com taxas positivas em quatro das cinco atividades de divulgação e em 53,6% dos 166 tipos de serviços investigados. A contribuição positiva mais importante ficou com o ramo de informação e comunicação (5,4%), impulsionado, em grande parte, pelo aumento das receitas das empresas que atuam nos segmentos de portais, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na Internet; desenvolvimento e licenciamento de softwares; consultoria em tecnologia da informação; tratamentos de dados, provedores de serviços de aplicação e serviços de hospedagem na Internet; desenvolvimento de programas de computador sob encomenda; e suporte técnico, manutenção e outros serviços em tecnologia da informação.

Os demais avanços vieram dos transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (2,5%); dos profissionais, administrativos e complementares (2,4%); e dos prestados às famílias (0,9%), explicados, principalmente, pelo aumento na receita das empresas que atuam com transporte aéreo de passageiros; logística de cargas; rodoviário de cargas; dutoviário; operação de aeroportos; e navegação interior de carga, no primeiro ramo; agenciamento de espaços de publicidade; consultoria em gestão empresarial; intermediação de negócios em geral por meio de aplicativos ou de plataformas de e-commerce; atividades de limpeza; e gestão de ativos intangíveis não financeiros, no segundo; e serviços de bufê; hotéis; e restaurantes, no último. Em contrapartida, os outros serviços (-0,9%) exerceram a única influência negativa, pressionados, em grande parte, pela menor receita vinda de atividades auxiliares dos serviços financeiros; manutenção e reparação de veículos automotores; administração de cartões de crédito; corretores e agentes de seguros, de previdência complementar e de saúde; e manutenção e reparação de computadores e de equipamentos periféricos.

No ano, setor cresce em 22 nas 27 UFs frente a 2024

A maior parte (17) das 27 unidades da federação assinalou retração no volume de serviços em novembro de 2025, frente a outubro, na série com ajuste sazonal, acompanhando o decréscimo observado no resultado do Brasil (-0,1%). Os impactos negativos mais importantes vieram do Rio de Janeiro (-1,4%), Distrito Federal (-3,4%), Bahia (-1,5%) e Amazonas (-3,0%). Em contrapartida, São Paulo (0,3%) e Minas Gerais (1,1%) exerceram as principais contribuições positivas do mês, seguidos por Pará (2,6%) e Pernambuco (1,3%).

Frente a novembro de 2024, a expansão do volume de serviços no Brasil (2,5%) foi acompanhada por 18 das 27 unidades da federação. A contribuição positiva mais importante ficou com São Paulo (3,4%), seguido por Rio de Janeiro (2,8%), Paraná (3,0%), Distrito Federal (5,1%) e Pará (10,9%). Em sentido oposto, Amazonas (-10,6%) liderou as perdas do mês, seguido por Bahia (-3,4%), Rio Grande do Sul (-1,2%) e Tocantins (-10,3%).

No acumulado do ano, frente a igual período do ano anterior, o avanço do volume de serviços no Brasil (2,7%) foi acompanhado por 22 das 27 unidades da federação. O principal impacto positivo ocorreu em São Paulo (4,1%), seguido por Distrito Federal (7,6%), Rio de Janeiro (1,5%), Paraná (2,5%) e Santa Catarina (3,7%). Já a principal influência negativa veio do Rio Grande do Sul (-4,6%).

Atividades Turísticas

Em novembro de 2025, o índice de atividades turísticas apontou variação positiva de 0,2% frente a outubro, quarto resultado positivo seguido, período em que acumulou um ganho de 2,4%. Com isso, o segmento de turismo se encontra 13,0% acima do patamar de fevereiro de 2020 e 0,8% abaixo do ápice da sua série histórica, alcançado em dezembro de 2024.

Oito dos 17 locais pesquisados acompanharam o avanço verificado na atividade turística nacional (0,2%). A contribuição positiva mais relevante ficou com São Paulo (0,9%), seguido por Bahia (1,9%), Pará (5,3%) e Goiás (2,9%). Em sentido oposto, Rio de Janeiro (-3,2%) liderou as perdas do turismo neste mês, seguido por Distrito Federal (-5,0%) e Rio Grande do Sul (-2,9%).

Frente a novembro de 2024, o volume de atividades turísticas no Brasil cresceu 2,1%, décimo oitavo resultado positivo seguido, impulsionado pelos ramos de transporte aéreo de passageiros; serviços de bufê; e serviços de reservas relacionados a hospedagens.

Nessa comparação, catorze das dezessete UFs onde o indicador é investigado mostraram avanço nos serviços voltados ao turismo, com destaque para Rio de Janeiro (4,0%), seguido por São Paulo (1,2%), Pará (24,4%), Rio Grande do Sul (7,8%), Bahia (5,6%) e Paraná (4,7%). Em contrapartida, Minas Gerais (-5,4%) exerceu o principal impacto negativo do mês, seguido por Goiás (-6,9%) e Santa Catarina (-3,5%).

No acumulado do ano, o agregado especial de atividades turísticas cresceu 5,0% frente a igual período do ano anterior, impulsionado, sobretudo, pelos aumentos de receita obtidos por empresas dos ramos de transporte aéreo de passageiros; serviços de bufê; serviços de reservas relacionados a hospedagens; e hotéis.

Quinze dos dezessete locais investigados também registraram taxas positivas, com destaque para São Paulo (4,5%) e Rio de Janeiro (10,0%), seguidos por Rio Grande do Sul (12,3%), Bahia (7,2%) e Paraná (5,5%). Em sentido oposto, Minas Gerais (-3,9%) e Mato Grosso (-1,4%) assinalaram as únicas perdas do turismo no ano.

Em novembro de 2025, o volume de transporte de passageiros no Brasil registrou retração de 0,5% frente ao mês imediatamente anterior, na série livre de influências sazonais, após ter assinalado três resultados positivos seguidos, período em que acumulou um ganho de 3,1%. Dessa forma, o segmento se encontra, nesse mês de referência, 12,5% acima do nível de fevereiro de 2020 (pré-pandemia) e 13,5% abaixo de fevereiro de 2014 (ponto mais alto da série histórica).

Por sua vez, o volume do transporte de cargas mostrou ligeiro decréscimo (-0,1%) em novembro de 2025, após ter registrado cinco resultados positivos seguidos, período em que acumulou um ganho de 3,5%. Dessa forma, o segmento se situa 2,7% abaixo do ponto mais alto de sua série (julho de 2023). Com relação ao nível pré-pandemia, o transporte de cargas está 40,5% acima de fevereiro 2020.

Frente a novembro de 2024, na série sem ajuste sazonal, o transporte de passageiros cresceu 6,4% em novembro de 2025, décimo quinto resultado positivo seguido; ao passo que o transporte de cargas avançou 3,4%, no mesmo tipo de confronto, registrando, assim, o sétimo avanço consecutivo.

No acumulado até novembro de 2025, o transporte de passageiros cresceu 6,8% frente a igual período de 2024, enquanto o de cargas avançou 1,3% no mesmo intervalo investigado

Assuntos Governo
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