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Com foco em inovação e sustentabilidade, Nova Indústria Brasil acelera reindustrialização do país

6 de janeiro de 2026
Com foco em inovação e sustentabilidade, Nova Indústria Brasil acelera reindustrialização do país
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Investimentos públicos e privados fortalecem a produção, conectam ciência à indústria e impulsionam crescimento sustentável e geração de empregos

Ao longo de 2025, o Brasil consolidou a retomada dos investimentos na indústria, na inovação e na geração de empregos. A política da Nova Indústria Brasil (NIB) mostra, na prática, como o dinheiro público bem aplicado se transforma em crescimento econômico, mais oportunidades de trabalho e produtos melhores para a população.

Os recursos do Plano Mais Produção, instrumento de financiamento da NIB, saltaram para R$ 643,3 bilhões no último ano. Desse total, já foram destinados R$ 588,4 bilhões, entre 2023 e 2025, para 406 mil projetos em todas as regiões, alinhados às seis missões da NIB. Dinheiro que fortaleceu fábricas, modernizou máquinas, estimulou novas tecnologias e ajudou empresas de todos os tamanhos a produzir mais, com eficiência e sustentabilidade.

Um dos grandes diferenciais dessa estratégia é a inovação, que conecta ciência e tecnologia à indústria e ao comércio. O conhecimento produzido em universidades, institutos de pesquisa e ICTs está sendo colocado a serviço da reindustrialização do país.

Projetos como o ônibus elétrico 100% nacional, o coquetel enzimático para a produção de etanol a partir de resíduos agrícolas e soluções avançadas em inteligência artificial mostram como o investimento em ciência se traduz em inovação industrial, redução de impactos ambientais e aumento da competitividade da economia brasileira.

Não existe hoje ninguém capaz de competir com a fartura de possibilidades que nós temos”, declarou o presidente Lula, em dezembro.

“Estamos encerrando um ano de muito trabalho com uma excelente notícia. O presidente Lula já disse que 2025 seria o ano da colheita. E esses dados de investimentos revelam muito sobre a qualidade das sementes que foram plantadas neste governo”, afirmou o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin.

MAIS INOVAÇÃO — Os números mostram esse avanço. O eixo Mais Inovação da NIB já contratou R$ 108 bilhões, com R$ 60 bilhões desembolsados, enquanto o Crédito Indústria 4.0 destinou R$ 12 bilhões para a compra de novas máquinas, ajudando empresas a modernizar seus processos e aumentar a produtividade. O programa Brasil + Produtivo atendeu 67,5 mil pequenas e médias empresas em apenas dois anos, com aumento médio de 28% na produtividade e ganho de 19% em eficiência energética, alcançando setores da indústria, do comércio e dos serviços.

DEPRECIAÇÃO ACELERADA — Outro exemplo de política que funciona é a Depreciação Acelerada, lançada em 2024. Com R$ 1,7 bilhão utilizados, o programa já estimulou R$ 4,7 bilhões em investimentos privados para a compra de máquinas e equipamentos novos em 24 setores da indústria, mostrando que cada real investido pelo Estado gera múltiplos resultados na economia real, com inovação, produção e empregos.

A depreciação acelerada é uma medida que facilita o investimento das empresas. Na prática, quando uma empresa compra máquinas ou equipamentos novos, ela pode descontar esse valor do Imposto de Renda e da Contribuição Social mais rapidamente. Normalmente, esse desconto acontece ao longo de cerca de dez anos, mas, com o programa do governo, o abatimento é feito em apenas dois anos: metade no primeiro ano e a outra metade no segundo.

PROGRAMA MOVER — Na área automotiva, o programa Mover é um dos maiores símbolos desse novo momento. Apenas neste ano, foram R$ 3,8 bilhões em crédito, com previsão de R$ 3,9 bilhões no próximo ano, mobilizando R$ 190 bilhões em investimentos privados. Esse movimento fortaleceu a cadeia automotiva, da produção de veículos às autopeças, com foco em inovação, eficiência energética e segurança, além de abrir espaço para novas fábricas no país.

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Inauguração da fábrica da GWM em Iracemápolis (SP), a primeira da empresa nas Américas, voltada à produção de veículos híbridos e elétricos

INDÚSTRIA AUTOMOTIVA — O Brasil voltou a atrair grandes investimentos industriais. A Great Wall Motor (GWM) inaugurou sua fábrica em Iracemápolis (SP), a primeira da empresa nas Américas, voltada à produção de veículos híbridos e elétricos. Já a BYD Brasil iniciou a produção nacional em Camaçari (BA), consolidando o país como polo estratégico da empresa na América Latina, em alinhamento com a Nova Indústria Brasil. Essas fábricas significam mais empregos, renda local e desenvolvimento regional.

CENÁRIO IDEAL — O presidente global da BYD, Wang Chuanfu, enfatizou que o Brasil é o cenário ideal para o investimento da empresa na América Latina. “O Brasil tem vantagens únicas e abundantes de energia limpa, uma sociedade aberta e plural, cidadãos dispostos a abraçar novas tecnologias. Além disso, o governo lançou a Nova Indústria Brasil, focada na inovação e na transição verde, o que cria condições ideais. O Brasil é líder na transformação verde”, disse. “Acreditamos que vamos ajudar o Brasil a acelerar a transição energética, criar novas indústrias e novos empregos”, afirmou, durante a inauguração da nova fábrica de veículos elétricos e híbridos da BYD Brasil, em Camaçari, na Bahia.

CARRO SUSTENTÁVEL — O Programa Carro Sustentável também mostra como a política industrial pode gerar benefícios diretos para as famílias. Ao zerar o IPI de veículos de entrada, fabricados no Brasil, flex, com baixa emissão de CO₂ e alto índice de reciclabilidade, o programa tornou o carro mais barato, fortaleceu a indústria nacional e não gerou impacto fiscal. De julho até agora, as vendas desses veículos cresceram 51%, na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Além de investir, o governo reduziu custos para quem trabalha. Taxistas passaram a renovar o taxímetro a cada dois anos, com taxa zerada, e caminhoneiros e empresas de ônibus tiveram redução na taxa do cronotacógrafo, de R$ 207 para R$ 90, aliviando despesas do dia a dia.

COMÉRCIO EXTERIOR — No comércio exterior, o Brasil colhe resultados expressivos. Em 2025, o país alcançou um recorde histórico de exportações, com US$ 349 bilhões, superando em US$ 9 bilhões o recorde anterior, registrado em 2023. A corrente de comércio também atingiu um novo patamar, somando US$ 629,1 bilhões, o maior nível já registrado. As negociações reduziram significativamente o impacto das tarifas impostas pelos Estados Unidos, preservando a competitividade dos produtos brasileiros, especialmente os industriais, e garantindo acesso a mercados estratégicos.

“Em meio às dificuldades geopolíticas, conseguimos conquistar novos mercados e ampliar os que já tínhamos. O resultado reflete também o conjunto de programas e ações do governo do presidente Lula para aumentar a produtividade e a competitividade de nossas empresas no exterior, sobretudo com a Nova Indústria Brasil e com o Plano Brasil Soberano”, afirmou Alckmin.

Os últimos três anos apresentaram os melhores resultados históricos para a balança comercial. A assinatura de acordos comerciais, como Mercosul–Singapura e Mercosul–EFTA, amplia mercados para produtos brasileiros e fortalece o papel do país no comércio internacional, abrindo novas oportunidades para empresas e trabalhadores.

JANELA ÚNICA DE INVESTIMENTO — O ambiente de negócios mais simples e previsível também ajuda a atrair investimentos. A futura Janela Única de Investimento, em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), vai reduzir burocracias e custos para quem quer investir no Brasil. Esse esforço já se reflete nos números: o país recebeu US$ 84 bilhões em Investimento Estrangeiro Direto entre janeiro e novembro de 2025, o maior volume dos últimos dez anos, colocando o Brasil como o segundo maior receptor de investimentos estrangeiros do mundo.

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