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Governo Federal e ONU anunciam mutirão contra o calor extremo na COP30

11 de novembro de 2025
Governo Federal e ONU anunciam mutirão contra o calor extremo na COP30
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O Brasil deu mais um passo importante para avançar com a implementação de estratégias de enfrentamento às altas temperaturas provocadas pela emergência climática. A iniciativa ocorrerá no âmbito do Mutirão contra o Calor Extremo, lançado pela ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, na abertura da sessão de alto nível da COP 30 sobre o tema, nesta terça-feira (11/11), na capital paraense. 

Tópicos da matéria
Acesse aqui a página oficial da COP 30 • E aqui a lista de notícias da COP 30 na Agência GovIntegração Relatório global  

Liderada pela Presidência da COP 30 e pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), a ação busca acelerar a adoção de soluções sustentáveis de refrigeração e fortalecer a resiliência das cidades ao calor em todo o mundo.  

Cerca de 185 cidades, além de 80 instituições privadas, bancos multilaterais, organizações da sociedade civil e doadores internacionais, já aderiram à estratégia. A proposta concretiza o Compromisso Global de Resfriamento (Global Cooling Pledge), co-presidido pelo Brasil e pelos Emirados Árabes Unidos. 



Acesse aqui a página oficial da COP 30 • E aqui a lista de notícias da COP 30 na Agência Gov


Na oportunidade, Marina Silva, afirmou que, para enfrentar as ondas de calor, será necessário impulsionar uma série de ações em três frentes. “Encontraremos respostas, seja na adaptação, na mitigação ou na transformação do modelo insustentável de desenvolvimento que nos trouxe a essa situação”, ressaltou.  

A ministra chamou atenção para os impactos da crescente elevação da temperatura biodiversidade, nos sistemas produtivos e, sobretudo, na saúde da população, que é responsável pela morte de mais de 500 mil vidas todos os anos, sendo a maioria crianças e pessoas idosas, destacou. “Esse dado é subnotificado. A maioria das pessoas que perdem a vida em função do calor extremo não tem o óbito computado como consequência das ondas de calor”, completou. 

O enfrentamento ao cenário, destacou a ministra, só será possível com a implementação da agenda, aprovada na COP28, que prioriza triplicar a capacidade global de energia renovável, dobrar a eficiência energética e fazer a transição para o fim do uso dos combustíveis fósseis.  

Mapa do caminho 
O plano, explicou o secretário nacional de Meio Ambiente Urbano, Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental do MMA, Adalberto Maluf, propõe metas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 68% até 2050. A ação prevê ainda aumentar a eficiência global de novos condicionadores de ar em 50%, para garantir acesso a aquecimento sustentável para todos, com foco nas comunidades mais vulneráveis.  

“O plano oferece o mapa de caminho para garantir que a solução baseada na natureza e o aquecimento sustentável se integrem no clima e na política urbana, que não só poderiam reduzir a demanda de energia, aumentar a eficiência no setor de aquecimento, mas preparar as cidades para o futuro”, ressaltou Maluf.  

Integração 

A medida defende uma resposta coordenada entre o setor público, privado, academia e sociedade civil para proteger cidades e populações vulneráveis dos impactos das altas temperaturas.   

No Brasil, o mutirão será implementado no contexto do Programa Cidades Verdes Resilientes (PCVR), coordenado pelos ministérios do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA); das Cidades e da Ciência; e Tecnologia e Inovação. A estratégia tem como foco a redução de desigualdades e riscos climáticos por meio de ações de adaptação urbana. 

Mais de 60 cidades já aderiram à iniciativa, assumindo o compromisso de adotar medidas para enfrentar o aumento das temperaturas. Entre as ações previstas estão o mapeamento de riscos e vulnerabilidades ao calor, a ampliação da infraestrutura verde e azul, a incorporação de soluções de resfriamento passivo em edificações e o fortalecimento da eficiência energética em equipamentos. 

A subsecretária-geral das Nações Unidas e diretora executiva do PNUMA, Inger Anderson, pontuou que a medida é essencial para combater o aquecimento global e proteger a vida humana, especialmente os mais vulnerabilizados. “Alcançar os objetivos é crucial, porque o calor extremo é um sinal claro de crises climáticas” 

Relatório global  

Também nesta terça-feira, na COP 30, foi lançado o segundo relatório Global Cooling Watch. O documento apresenta uma análise sobre o aumento das temperaturas, a crescente demanda por resfriamento e as desigualdades no acesso a soluções sustentáveis. A análise foi publicada pela Cool Coalition, liderada pelo PNUMA. 

Acesse o relatório aqui. 

Assuntos Governo
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