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Na OIT, ministro do Trabalho diz que Governo quer direitos e autonomia a catadores

10 de junho de 2025
Na OIT, ministro do Trabalho diz que Governo quer direitos e autonomia a catadores
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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, defendeu o fortalecimento da atuação dos catadores de materiais recicláveis como eixo central da transição ecológica no Brasil. A declaração foi feita durante reunião com a Aliança Internacional dos Catadores de Resíduos, realizada na sede da Missão Permanente do Brasil junto às Nações Unidas, em Genebra, na Suíça. O encontro contou com a participação de representantes do governo federal, da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR).

Estamos trabalhando intensamente para dar dignidade ao trabalho dos catadores de materiais recicláveis”, afirmou Luiz Marinho. Segundo ele, o Brasil tem um histórico de luta por justiça social, e os catadores devem estar no centro das políticas de trabalho decente. “A economia circular é prioridade na agenda nacional, e a atuação dos catadores precisa ser reconhecida como atividade essencial para a sustentabilidade e a geração de renda”, explicou.

A reunião teve como foco o fortalecimento da inclusão produtiva, o estímulo à formalização e à organização dos catadores em cooperativas, além do reconhecimento pleno de seus direitos como trabalhadores. O ministro também ressaltou a importância do diálogo direto com os movimentos sociais. “A transição para uma economia mais verde e sustentável precisa incluir quem já atua na reciclagem e no reaproveitamento de resíduos. Não podemos deixar ninguém para trás”, destacou.

A reunião teve como foco o fortalecimento da inclusão produtiva, o incentivo à formalização e à organização dos catadores em cooperativas, além do reconhecimento integral de seus direitos enquanto trabalhadores. O ministro Luiz Marinho também destacou a relevância do diálogo direto com os movimentos sociais. “A transição para uma economia mais verde e sustentável precisa incluir quem já atua na reciclagem e no reaproveitamento de resíduos. Não podemos deixar ninguém para trás”, destacou.

Representando o MNCR, Severino Lima Júnior salientou a relevância do espaço de diálogo com o governo e com a OIT. “É um momento histórico. Estamos aqui para mostrar que os catadores têm voz, têm história e fazem parte das soluções para a sustentabilidade. Queremos trabalhar com dignidade, reconhecimento e políticas que fortaleçam nossas cooperativas e associações”, declarou.

Severino também apontou os desafios enfrentados pela categoria, como a concorrência desleal de grandes empresas que exploram o mercado da reciclagem sem garantir direitos aos trabalhadores. “O catador não pode ser invisível. Somos nós que estamos nas ruas, nos lixões, nos galpões, promovendo a coleta seletiva de verdade, com compromisso social e ambiental”, alertou.

A comitiva de catadores participou de debates sobre transição justa, proteção social e a construção de políticas públicas inclusivas. A OIT compartilhou experiências internacionais e enfatizou a importância de reconhecer e valorizar os catadores como trabalhadores essenciais para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

Ao final do encontro, Luiz Marinho reafirmou o compromisso do governo brasileiro com a construção de políticas públicas baseadas no diálogo social e na justiça ambiental. “Queremos consolidar a economia circular como uma política de Estado e garantir que os catadores estejam na linha de frente desse processo. A fala do Severino expressa exatamente o que buscamos: visibilidade, respeito e trabalho digno para todos e todas”, concluiu.

Reuniões bilaterais – Na tarde desta terça-feira (10), o ministro Luiz Marinho participou de uma série de reuniões bilaterais com autoridades de países parceiros, com o objetivo de aprofundar o diálogo internacional em torno de políticas públicas voltadas à valorização do trabalho.

Marinho reuniu-se com os ministros do Trabalho do Uruguai, Juan Castillo; do México, Marath Baruch Bolaños López; e de Angola, Teresa Rodrigues Dias. Entre os principais temas discutidos estiveram a cooperação em qualificação profissional, o fortalecimento da inspeção do trabalho, a regulação do trabalho por plataformas digitais e a proposta de redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais.

“Estamos promovendo parcerias que fortalecem o trabalho decente e que podem trazer bons resultados para todos os países envolvidos”, destacou Marinho. Segundo ele, o Brasil tem buscado avançar com medidas que conciliem desenvolvimento econômico, proteção social e inclusão no mundo do trabalho. “Esses diálogos são fundamentais para trocar experiências e construir soluções conjuntas”, completou.

As reuniões ocorreram na sede da Missão Permanente do Brasil junto às Nações Unidas e fazem parte da estratégia do governo federal para fortalecer o protagonismo do país nos debates internacionais sobre o futuro do trabalho. Entre os temas prioritários estão a transição ecológica justa, a promoção da igualdade de género e a proteção dos trabalhadores informais e autônomos.

Assuntos Governo
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